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Aprendizagem Equina

Comunicação com o Homem:

Parece correcto afirmar, que o homem comunica inconscientemente com o cavalo, pelo odor que exala. Pessoas assustadas e agressivas, libertam odores que revelam o seu estado de espírito ao equino hipersensível, tornando-o apreensivo ou agressivo.

O provérbio «Um homem confiante faz um cavalo confiante» é revelador da hipersensibilidade do animal. Os cavalos sentem o estado de espírito do cavaleiro e reagem com ele. Um cavalo ao ser montado consegue aperceber-se, se está a lidar com uma pessoa experiente ou não, em função dos estímulos que este lhe envia e que o cavalo recebe através das células receptoras que possui ao longo do seu dorso, e de todo o corpo. O homem procura comunicar ao apresentar-se pelo toque ou através de palmadinhas. O afagar é outra forma de comunicação com os cavalos e constrói uma relação entre os dois. O acto de tratamento é um exemplo, e quando se monta, muitas das línguas de cooperação estão relacionadas com o tacto. Por exemplo, a perna exerce pequenas pressões nas células receptoras do cavalo e a mão comunica pelo toque na boca, através de rédeas e freio. Alguns cavalos aprendem a atrair o homem relinchando alto, se a comida vem atrasada.

Comunicação entre Cavalos:

O cavalo é um animal de manada e precisa comunicar com os outros membros da mesma. Claro que não tem discussões filosóficas. Necessitam apenas de transmitir emoções básicas e de estabelecer uma hierarquia de dominância sem recorrer a violência. Os cavalos domesticos tratam o homem como um elemento da manada, pelo que usam o mesmo tipo de linguagem corporal para connosco.

Essa linguagem corporal pode-se manifestar de várias formas:

– Contentamentos:

– Sinais de Felicidade – Um cavalo satisfeito não se preocupa com os outros que se encontram a sua volta.

– Impaciência:

– Movimentos de cabeça – Os cavalos não gostam de ser ignorados, podem exigir atenção dando um empurrão com o focinho.

– Bater com os cascos – Um cavalo pode ficar impaciente quando espera pela comida ou quando esta preso.

– Aborrecimento:

- Dentadas nos outros cavalos -   A dentada significa apenas « a minha posição na hierarquia permite-me morder-te quando me apetecer».

- No estábulo – Se um cavalo quiser ser deixado em paz, vira as costas aos outros cavalos, « não quer conversas ».

Os cavalos comunicam vocalmente, relinchando por companheirismo ou por excitação.

Habituação:

A aprendizagem também se pode processar através da habituação, que consiste na diminuição de tendências para responder aos estímulos que se tornam familiares, devido a exposição contínua aos mesmos.

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Pode ser exemplificado do seguinte modo:

Um cavalo quando e exposto a um ruído súbito assusta-se, mas se ruído for repetido, duas três vezes, o susto vai diminuindo gradualmente ate ser ignorado.

O mesmo acontece quando se prepara um cavalo, durante o processo de desbaste para ser montado. Primeiramente faz-se o aquecimento passando-o à guia, durante o qual se fazem vários movimentos repentinos, como levantar a mão para sacudir uma mosca, bater com o pé no chão etc…

A primeira vez que o cavalo presencia estes movimentos assusta-se, mas depois de serem repetidos várias vezes, já os consegue reconhecer como sendo familiares.

Os cavalos têm normalmente medo de água, pois não conseguem ver o chão através dela. Este tipo de medo, envolve um processo mais delicado de aprendizagem. O cavalo tem de se sentir confiante, e o homem por sua vez tem de lhe mostrar que não existe nenhum mal com uma pequena poça de agua e que não há motivo para ter medo.

No inicio, ao molhar as patas reage logo, acelerando o passo e até pode saltar, mostrando-se desconfiado, mas depois de muita insistência do homem e de recusa por parte do cavalo, acaba por passar sem receios.

O processo de habituação já se finalizou.

No que se refere à aprendizagem cognitiva, um cavalo adquire vários elementos de conhecimento ou cognições, que se organizam para serem utilizados.

O homem quando exercita um cavalo, ou seja quando o passa á guia, ou por outras palavras, quando o submete a um teste de preparação física, aplica a voz, que o associa aos vários andamentos de cavalo.

Homem –à Cavalo:  Voz calma à Passo

Voz Alta e Firme à Trote

Voz mais alta e firme à Galope

Assobiar calmamente à Passo

Daqui se conclui que o < O cavalo aprende fazendo, e não de outro modo>.

Um Teste à Comunicação:

Segundo Paul Watzlawick, em 1904, o sonho de se estabelecer a comunicação entre homem e o cavalo, tornou-se real, a noticia espalhou-se.

Hans, era um cavalo com o qual Wilhelm Von Osten estabeleceu comunicação. Ensinou-lhe aritmética, a dizer as horas e a reconhecer pessoas através de fotografias.

Hans, batia com a pata no chão, para comunicar, Batia uma vez para o A e assim por diante.

O Cavalo foi submetido a várias experiências para se verificarem que não existiam truques na comunicação, pois respondia sempre correctamente aos problemas que o seu dono lhe punha, e passou a todos com distinção.

Mas foi mais tarde que Stumpt descobriu o seguinte:

O cavalo falhava sempre que a solução do problema que lhe era posto não era conhecida por nenhum dos presentes. O cavalo também falhava quando lhe punham palas que o impediam de ver as pessoas.

Daqui pode-se concluir que o cavalo ao longo do tempo deve ter aprendido a resolver problemas e a prestar mais atenção, a responder ás mudanças de postura do seu dono. A recompensa era o facto principal da motivação e atenção de Hans.

Conclusões:

O cavalo doméstico ocupou sempre um lugar importante na vida humana. Quando os cavalos foram domesticados, é provável que desempenhassem dois papéis.

Os cavalos das florestas, mais lentos, eram provavelmente bestas de carga. Os cavalos das planícies, mais velozes que um meio para deslocações rápidas.

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Nos nossos dias, os cavalos já não são usados nas batalhas, os tractores substituíram-nos na agricultura e o motor a diesel é o principal meio de transporte, mas os cavalos continuam a merecer um grande estima. Desde que foram domesticados que os humanos os reproduziam selectivamente de modo a satisfazerem necessidades especificas ou conceitos de beleza. Há agora vários tipos diferentes de cavalos e um grande número de raças específicas reconhecidas internacionalmente. Tal como no passado, os diferentes tipos de trabalho requerem diferentes tipos de cavalos.

TURISMO A CAVALO

Turismo eqüestre se fortalece no Brasil

O turismo a cavalo no Brasil desponta: não a galope, mas já arriscando os primeiros trotes. Não se trata da meia dúzia de cavalos que um hotel-fazenda mantém para entreter os hóspedes. O turismo eqüestre propõe passeios organizados e maiores, com animais de qualidade, guias treinados e mais atenção àquele que está em cima do bicho.

Esse filão já tem mercado em 50 países. Só na América do Sul, cinco países organizam profissionalmente cavalgadas. E o Brasil agora também começa a querer fazer parte dessa “tropa”.

Em 2006, três anos após a implantação do Caravana Brasil – projeto que divulga o país como produto turístico no mercado internacional -, a Embratur trará operadores estrangeiros para conhecer a infra-estrutura do turismo eqüestre no Brasil. “Embora não seja um segmento prioritário, é como o golfe e pesca esportiva. Ou seja, um turismo qualificado, que traz um visitante que fica mais dias e gasta mais”, diz Jurema Monteiro, gerente de apoio da Embratur.

Uma das primeiras iniciativas do setor no país foi a Cavalgadas Brasil (www.cavalgadasbrasil.com.br), operadora criada em novembro de 2005. A empresa montou dez roteiros para cavalgada no Brasil. São eles: Pantanal, na região de Aquidauana (MS), ilha de Marajó (PA), Itacaré (BA), nos arredores do Parque Nacional de Itatiaia (divisa entre Rio e o sul de Minas), Serra da Bocaina, Lages e Bombinhas (SC), Aparados da Serra (RS), Itu e Dourado, ambas em São Paulo.

Os operadores desse tipo de turismo têm duas barreiras para ultrapassar. Uma delas é desvencilhar a cavalgada do hipismo, ou seja, de que é preciso gastar para uma fortuna para ter o hábito de andar a cavalo. “A cavalgada é para quem pode viajar, mas não é para milionário. Por cerca de R$ 200 por dia, o turista tem pousada, refeições, cavalo, guia e seguro”, diz Paulo Junqueira Arantes, 54, sócio da Cavalgada Brasil.

A segunda é criar diferentes tipos de cavalgada, que vão além da voltinha em torno da fazenda com bichos calmos e lentos – perfeita e necessária para quem está começando, mas entediante para quem já tem certo currículo.

Os estrangeiros, em geral, gostam de passeios maiores, com até dez dias, sobretudo no Pantanal. Os brasileiros se contentam com os de um dia. E, em ambos os casos, para quem gosta de cavalgar, a hospedagem não é o item que mais importa, mas sim a segurança e a qualidade da travessia e a paisagem avistada.

E esta última temos de sobra, dignas de cinema. Não temos a cavalgada no topo das montanhas escarpadas, circundadas de pinheiros salpicados de neve, mas o Brasil pode se gabar por seus percursos também de tirar o fôlego, como nas terras altas da Mantiqueira.

Cavalgar é conhecer cada um desses lugares de maneira única, com a visão de 1,5 m a 2 m acima do que os nossos olhos humanos proporcionam, atingindo lugares de acesso quase impossível aos nossos pés ou aos veículos por nós inventados, num passeio silencioso e de qualidade rara, que não ataca a mata nem espanta a fauna.

Na cidade de Pirahy, em São Paulo, passeio combina história e visão cinematográfica

Depois de cavalgar, descansar numa casa de fazenda de 1680 soa como música para amantes desse tipo de atividade. Na histórica fazenda Pirahy, em Itu, a 103 km de São Paulo, o cavaleiro encontra hospedagem intimista e caseira.

Há chalés com quarto e cozinha ou apenas suítes fora da sede, mas o melhor é se hospedar em um dos quatro quartos da casa. Com decoração de móveis recolhidos em antiquário, fazem o turista se sentir no século XVIII. Há detalhes a serem aprimorados, como o espelho do banheiro (um tanto manchado) ou uma luz de emergência à mão (caso falte energia); nada que comprometa.

No passado, essa fazenda teve alambique (que ainda está conservado) e cafezal e produziu leite. Os primeiros proprietários eram bandeirantes e deixaram como herança o casarão, que, ao longo, dos anos, recebeu modificações, como um segundo andar e uma tulha de café. Para virar um hotel, surgiram banheiros.

O hóspede da sede da fazenda faz as refeições com os donos da propriedade, ali, na mesa da cozinha, servindo-se dos pratos que estão em cima da pia.

Já quem fica abrigado nos chalés saboreia o café da manhã e o almoço num rancho próximo ao casarão, servido por Sandra Neves, uma quituteira experiente, apesar de ter apenas 19 anos. A diária da fazenda inclui só o café, e as demais refeições saem por R$ 20 cada uma.

É daí que partem as cavalgadas em torno da área da propriedade, e os cavaleiros são recepcionados com bolo de fubá e cafezinho.

Para os não-hóspedes, é preciso haver pelo menos duas pessoas interessadas; com hóspedes, o tour pode ser individual –mas sempre à parte da diária. Em ambos os casos é preciso reservar, e os passeios podem acontecer todos os dia da semana.

Apenas uma cavalgada é fixa: a da lua cheia, que ocorre no sábado da semana em que o satélite natural da Terra se mostra redondo no céu –e inclui um jantar com comida caipira e cantoria.

Outra cavalgada sai dos domínios da fazenda, percorrendo as terras de algumas das propriedades igualmente históricas vizinhas da Pirahy, caso das fazendas Cana Verde e Capoava.

“O melhor é ver o mundo do alto.” Esse foi o comentário de Cristiane Augusto, 36, hóspede da fazenda que voltava a cavalgar após mais de uma década no dia da visita da Folha à fazenda. E esse alto da fala de Cristiane pode ser duplo: do alto do cavalo ou do alto dos morros da região ituana.

A área rural da cidade é presenteada com morros e vales –muitos deles pipocados de pedras–, que seriam quase inalcançáveis por outro meio de transporte. Os cavalos (a Pirahy tem cerca de 30, sobretudo mangas-largas) vão para o alto e para baixo dessas montanhas, ziguezagueando por entre lagos, rios e trilhas.

Ali vêem-se os búfalos criados na fazenda, com cara de poucos amigos e tomando conta de seus filhotes; um gavião em pleno vôo; o gado descansando no morro.

Para completar, durante todo o trajeto, o cão buldogue Spike, que vive ali na Pirahy, segue a tropa, como se fosse mais um dos cavalos. Só faltam sela e cavaleiro.


Todas as fotos são do sites http://www.cavalgadasbrasil.com.br e http://www.fazendapirahy.com.br

Agora e tempo de ….. dicas de manejo

Agora é Tempo de …
2008-04-17

Darmos especial atenção às quartelas dos nossos cavalos.

A lama e a humidade próprias da época acumulam-se na parte inferior dos membros, proporcionando o aparecimento de bactérias que se desenvolvem especialmente em meios húmidos, provocando a formação de crostas e caspas húmidas nas quartelas e canelas “chamadas arestins” que, se não forem limpas podem provocar manqueiras, e dermatites.

Como sempre, a prevenção facilita-nos a vida – para esse efeito deve espalhar-se areia de pedra nas entradas dos campos, junto aos bebedouros colectivos e em frente aos abrigos de campo, minimizando as zonas com mais lama e aplicar uma pomada (à base de zinco ou de parafina liquida) para agir como barreira às bactérias antes de trabalhar o seu cavalo ou de o soltar no campo.

Para limpar a lama existente nos membros é conveniente esperar-se que sequem antes de os lavar ou escovar com uma escova que não seja demasiado dura, o que poderia agravar a situação.

… Verificar o meio de transporte do seu cavalo (roulote/camião). Para evitar problemas futuros leve o meio de transporte à oficina para fazer uma revisão geral: chão, travões, pneus, jantes e parte eléctrica. Em casa ode verificar várias coisas:

1. Lave-o bem para expor as áreas onde possam ter aparecido ferrugem ou podridões. Dê especial atenção às zonas susceptíveis a maior desgaste tais como molas, dobradiças, junções e cantos onde se possa ter acumulado mais lixo:

2. Verifique se existem sinais de desgaste no chão, tanto no interior como por baixo, após ter levantado previamente a borracha que o forra. Pegue numa chave de parafusos e não tenha medo de a espetar em qualqeur zona que lhe apareça suspeita – pense na resistência que o chão necessita ter para suportar o peso do seu cavalo e actue adequadamente!

3. Lubrifique com um produto próprio as molas, fechaduras, enganches e o próprio macaco.

4. Atrele a roulote e verifique cuidadosamente a parte eléctrica.

5. Verifique a pressão dos pneus.

…Aproveite para fazer uma limpeza profunda aos arreios. Desmonte-os e lave-os profundamente com sabão inglês, verificando ao mesmo tempo se existem peças que necessitam ser concertadas ou substituíds. Depois de os deixar secar convenientemente, unte-os com um produto adequado.

Curso de Montarias em Touros

Voce procura onde aprender a montar em rodeio em touros assista este video.

Ligas como usa – las

Em primeiro lugar é necessário saber que existem ligas para trabalho e ligas para descanso. Embora diferentes, ambas são destinadas a proporcionar conforto e proteger o animal, mas para que exerçam tal função é importante que sejam sempre utilizadas da forma correta. A má utilização das ligas pode trazer transtornos para os animais e pessoas envolvidas.


Existem alguns fatores que devem ser observados durante a colocação de uma liga:

Além de uma pressão moderada, esta deve ser constante em toda sua extensão, caso contrário, uma pressão em diferentes pontos pode causar inflamações nos tendões do cavalo comprometendo a vida esportiva do mesmo.

A colocação da liga deve iniciar-se logo abaixo do joelho, ir até o boleto e voltar novamente em direção ao joelho.

A colocação dos panos de proteção deve ser muito bem feita, pois se houver dobras ocorrerá em uma pressão diferente em determinado ponto, podendo causar inflamações.

Nas ligas de proteção, a utilização dos panos de proteção é indispensável.

Se todos os aspectos acima citados forem levados em consideração, o uso das ligas pode ser feito sem nenhuma contra-indicação. Pelo contrário, as ligas proporcionarão conforto redobrado na hora do trabalho, e durante o descanso do seu animal.

fonte: hipismobrasil.com.br

JAPONES CONQUISTA GP COPA DO MUNDO

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Japonês conquista o G.P. Taça do Mundo de Mechelen

2 02UTC Janeiro 02UTC 2010

Japonês conquista o G.P. Taça do Mundo de Mechelen
2010-01-02
Eiken Sato com Cartoon ZO olímpico japonês, vencedor do Grande Prémio de Portimão Eiken Sato, ganhou a sétima etapa da FEI Taça do Mundo de Saltos de Mechelen (Bel) com o garanhão de 10 anos Cartoon Z. Eiken Sato bateu na barrage a favorita, a irlandesa Jessica Kürten com Castles Forbes Libertina, que ficou em segundo lugar. Em terceiro ficou o conjunto da casa Patrick McEntee com Ever Mury Marais Z.

Eiken Sato que se encontra sediado nas boxes de Axel Verlooy em Grobbendonk (Bélgica), estava radiante com Cartoon que foi comprado em Zangersheide há cerca de 12 meses. “Várias pessoas viram Cartoon Z mas não o acharam nada de fantástico, mas para mim ele, é um parceiro muito especial”, disse o japonês.

“Quando Eiken entra na zona das boxes, Cartoon fica excitadíssimo à espera que o cavaleiro venha falar com ele” disse o “groom” do belga McEntee.

Durante o reconhecimento do percurso desenhado pelo belga Lucien Somers, Jessica Kürten descreveu o mesmo como “grande e feio” e foi realmente um desafio para os quarenta participantes. O traçado não estava muito técnico mas o tempo estipulado estava justo, exigindo muito dos primeiros 13 conjuntos até aparecer o primeiro zero do belga Yvese Vanderhasselt com Adamo Van’t Steenputje. Nessa altura já quatro conjuntos tinham optado por retirar (Nina Fagerstrom (Wivina), Tina Lund (Zamiro), Niels Bruynseels (Aluna) e Christophe Vanderhasselt (Ultra Top Van T Paradus) e o alemão Andreas Knippling com Chaman que acabou eliminado.

O salto nº7 o duplo, provou ser a ratoeira da prova para o holandês Albert Zoer com Oki Doki, o belga Campeão do Mundo Jos Lansink com Valentina van ‘T Heike, Daniel Duesser (Hooligan de Rosyl), Christina Liebher (LB Lilas de La Chaise) e a britânica Ellen Whitaker (Equimax Ocolado) entre outros.

A próxima etapa da FEI Taça do Mundo realiza-se em Leipzig, Alemanha, dentro de duas semanas.

Resultados 30.12.09)

CSI5*-W/2*, Mechelen (Bélgica)

Grande Prémio Taça do Mundo
AM5 – 1,60m

1º Eiken Sato (Jap) / BV Project Cartoon Z / 0 / 0 – 38,82
2º Jessica Kürten (Irl) / Castle Forbes Libertina / 0 / 0 – 39,31
3º Patrick McEntee (Bel) / Ever Mury Marais Z / 0 / 0 – 39,78
4º Pilar Cordon (Esp) / Herald 3 / 0 / 0 – 42,21
5º Christian Ahlmann (Ale) / Taloubet Z / 0 / 4 – 39,39
6º Penelope Leprevost (Fra) / Mylors Carthago Hn / 0 / 4 – 40,5
7º Dirk Demeersman (Bel) / Cicero Van Paemel / 0 / 4 – 43,41
8º Yves van der Hasselt (Bel) / Adamo Van ‘T Steenputje / 0 / 8 – 45,76
9º Kevin Staut (Fra) / Silvana / 4 – 67,55
10º Rik Hemeryck (Bel) / Quarco De Kerambars / 4 – 67,66

ROLEX FEI WORLD CUP™ JUMPING -
Ranking provisório depois da 7ª etapa de Mechelen

1. Eric Van der Vleuten – 57 pontos
2. Pius Schwizer – 48
3. Kevin Staut – 45
4. Natale Chiaudani – 43
5. Rodrigo Pessoa – 41
6. Daniel Etter – 40
7. Michael Whitaker – 39
8. Ludger Beerbaum – 34
9. Marco Kutscher – 34
10. Penelope Leprevost – 32
11. Marcus Ehning – 31
12. Patrice Deleveau – 29
13. Philipp Weishaupt – 29
14. Jessica Kuerten – 28
15. Zoer – 28
16. Dermott Lennon, Ben Maher – 28
18. Patrick McEntee – 26
19. Svante Johansson – 22
20. Daniel Deusser – 22
21. Beat Mandli – 21
22. Eiken Sato – 20

fonte: equisport pt

Exame de seu animal .

Chek-Up Geral

É sabido que olho do dono não engorda apenas o boi, mas também o cavalo ninguém mais interessado do que o proprietário, na saúde física e mental do seu companheiro de lazer e de competições. Sem falar no investimento representado, entre custos de aquisição e manutenção de um bom cavalo.
Apresentamos a seguir um roteiro pequeno, porém completo, que ajudar á você a checar não apenas a saúde e a disposição do seu animal, como também as instalações e itens de manejo. A versão mais elaborada não consome mais do que 10 minutos, mas pode ser resumido para 5, quando a situação exigir.
Procure fazer desta checagem parte da sua rotina diária, levando em conta que é sua familiaridade com o normal que o habilitará a detectar os primeiros sinais de anormalidade prevenindo problemas e economizando o seu dinheiro.Como está a aparência geral das cocheiras?

Enquanto você caminha pelo corredor até a baia de seu cavalo,observe e absorva a impressão geral do lugar. Está limpo e varrido? E os cavalos (todos eles, não apenas o seu), estão olhando pelas portas, atentos e espertos, demonstrando assim, saúde e disposição, em vez de indiferença ou até medo do mundo que os rodeia? Os tratadores estão trabalhando normalmente, ou sentados aos pares e trios batendo papo?

Interior das Baias

Ao entrar na baia do seu cavalo, qual a primeira impressão, e principalmente o primeiro cheiro – de serragem seca e cavalo limpo, ou de vapores de amônia e “cavalo molhado”?

Qual a situação da cama?

A serragem deve estar seca não só na superfície porém também em profundidade. A presença de placas “ocultas” de urina e serragem molhada indica uma limpeza deficiente nas baias. Uma boa profundidade de serragem é de 20-30cm e o mínio aceitável, 10cm. O cocho de água está limpo? E o de ração?

Como está o estado geral do cavalo?

Olhe para seu cavalo como se estivesse vendo pela primeira vez na vida, e pergunte-se: ele está feliz e saudável? Ele confia nas pessoas ou está receoso com alguma coisa? Se alguma dessas respostas for negativa, você tem problemas a resolver. Repare principalmente no brilho do pêlo, se o animal é curioso e amistoso em relação a você, e se ele tem apetite. Todo cavalo saudável e guloso, mesmo que tenha acabado de comer a ração. Ele sempre deverá se interessar por alguma guloseima, açúcar, cenouras ou uma maçã. Aliás, trazer sempre um petisco para seu cavalo ajudará a fazer com que ele conheça e goste de você.

Estado das pernas do cavalo?

Após este primeiro exame visual, passe a uma rápido exame físico, começando pelas pernas. Observe se as quatro pernas estão “secas”,ou seja, sem aumento de volumes anormais para aquele animal, especialmente na área de boletos e tendões. Se o cavalo estiver em posição de descanso – com um dos posteriores flexionado – anime-o a dar alguns passos, dentro da baia mesmo,e observe se ele distribui o peso por igual sobre as quatro patas no momento em que ficar parado novamente.

fonte:cowboydoasfalto.com

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