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Atrofia Muscular


function validacampos() {
if(frm2.Base.value == 0) {
alert(‘Por favor escreva um valor.’);
document.frm2.Base.focus();
return false;
}
}

function envia(){
document.frm1.submit();
}

                                                                                                                    
Texto: Dr. Carlos Rosa Santos (MV)

Qualquer
músculo é composto de alguns milhares de fibras paralelas e congregadas
a pequenos grupos de tecido conjuntivo. Estes grupos estão
compartimentados e o seu conjunto forma cada músculo específico. Cada
fibra é estimulada por um nervo, que quando activado contrai essa mesma
fibra. É assim que os músculos funcionam.

Falamos
agora de atrofia muscular. Esta ocorre quando as células degeneram, o
tecido muscular enfraquece e vai desaparecendo, normalmente por falta
ou por deficiente utilização desse mesmo tecido.

Vejamos o que acontece, por exemplo, ao nível da espádua.

(1)
Uma lesão num tendão ou num osso no casco faz com que o cavalo alivie o
membro afectado e transfira a maior parte do peso corporal para o
membro oposto.

Os músculos da espádua do membro lesionado são menos utilizados e começam a perder volume e tonicidade.

(2)
Uma lesão (traumática) na espádua causa dor, que por sua vez causa
espasmo muscular com a consequente redução na circulação sanguínea
local, limitando o movimento do membro e seguindo-se então a atrofia
muscular.

(3) Uma lesão no nervo motor
interrompendo a comunicação cérebro – músculo o que faz com que o
músculo não responda às mensagens do cérebro resultando então na
atrofia muscular
devido à falta de utilização.

A
atrofia muscular significa então que a área afectada fica
desequilibrada e com um suporte deficiente, resultando daqui uma menor
estabilidade nas articulações e no sistema músculo-esquelético
adjacente com concomitante excesso de esforço nos ligamentos e músculos
da zona atingida. Todos estes factores resultam num mau funcionamento
contínuo da zona o que reduz a capacidade atlética do animal se o
problema não for detectado e tratado a tempo.

Se
a atrofia muscular for reduzida, um programa de massagens poderá
estimular o restabelecimento da circulação sanguínea o que irá melhorar
a oxigenação local e melhorar a função tecidular. Se a atrofia é mais
severa a contracção muscular tem uma melhor resposta com a utilização
da chamada estimulação eléctrica.

Este método
consiste na aplicação de correntes eléctricas localizadas no músculo/s
afectados
através de eléctrodos o que vai estimular a contracção do
mesmo modo que os nervos, o fazem, substituindo-os então.

Não
nos esqueçamos que de nada serve tratar uma atrofia muscular se a lesão
que a ocasionou não for correctamente diagnosticada e tratada.

Se
isto não acontecer os músculos recuperarão a sua funcionalidade por
pouco tempo, instalando-se um novo processo de atrofia logo de seguida.

Entre
nos, este tipo de lesão passa normalmente despercebida por falta de
atenção, motivação e até conhecimentos. A fisioterapia equina é uma
ciência pouco utilizada no nosso país e tentam-se resolver problemas
com um ferro, uma rédea ou uma espora mais forte, e se isto não resulta
há sempre os analgésicos e anti-inflamatórios. Lá chegaremos…um dia.

FONTE: equisport -pt

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